Recursos reservados
Capacidade dimensionada pelo trabalho que a aplicação executa, com margem medida e limites conhecidos.
Como processamento, memória e entrada e saída são dimensionados a partir da carga da aplicação, sem tratar potência bruta como resposta para todo problema.
Planejamento de capacidade
Três perguntas antes de ampliar recursos
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Carga Qual trabalho precisa ser atendido?
Volume, concorrência e custo de cada operação mudam a demanda.
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Limite Qual recurso chega primeiro ao limite?
Processamento, memória e disco respondem de formas diferentes.
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Margem Como o sistema se comporta no pico?
Reserva sem medição pode esconder gargalos em vez de resolvê-los.
Reserva reduz concorrência desconhecida
Quando recursos são disputados por cargas sem relação entre si, um pico externo pode alterar o comportamento da aplicação. Capacidade reservada torna essa relação mais previsível e facilita associar consumo ao projeto que o produziu.
A reserva tem teto: o limite físico do nó. A margem é comparada ao uso observado e revista quando a aplicação muda de comportamento.
Cada recurso revela um tipo de pressão
Processamento acompanha o trabalho computacional, memória conserva estado temporário e entrada e saída refletem leitura e gravação. A mesma lentidão aparente pode nascer em qualquer uma dessas frentes.
Consumo, fila e tempo de resposta são lidos juntos. Aumentar um componente isolado costuma deslocar o gargalo em vez de eliminá-lo.
Capacidade acompanha demanda e eficiência
Previsão considera crescimento normal, campanhas, importações e mudanças de produto. Testes ajudam a relacionar recursos brutos com a quantidade e o custo das operações atendidas.
O código também altera a capacidade efetiva: uma consulta sem índice ou uma rotina que carrega tudo em memória pesa mais na mesma máquina do que a diferença entre dois tamanhos de servidor.